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Educação
Surto viral interrompe aulas no CEI Eliane Kuszkowski

Publicado em 27/09/2021 às 10:47 - Atualizado em 27/09/2021 às 11:30

     Um surto viral da síndrome Mão-Pé-Boca foi registrado entre alunos do CEI Eliane Kuszkowski, no bairro Santa Cruz. As Secretarias de Educação e Saúde decidiram pela suspensão temporária das aulas para a higienização completa do local. As atividades devem ser retomadas em sete dias, período que corresponde ao término da incubação do vírus. 

 

     A síndrome de Mão-Pé-Boca é uma infecção de origem viral, sendo causada por diversos enterovírus, principalmente o Coxsackie. Costuma acontecer na forma de surtos, acometendo principalmente crianças que frequentam creches e escolas, principalmente os menores de 5 anos, e nos meses de primavera e verão, mas também podendo causar doença raramente em adultos. A transmissão se dá pelo contato fecal-oral e também com secreções respiratórias, sendo o período de incubação usual de 3-7 dias.

 

     O quadro clássico é descrito como uma doença febril autolimitada, acompanhada de mal-estar, úlceras orais causando dor na boca ou garganta e um exantema vesicular em mãos e pés. A febre e o mal-estar iniciam-se antes, sendo normalmente baixa e que se resolve em 48 horas. As lesões dolorosas na cavidade oral aparecem depois de 1-2 dias do início da febre e são normalmente encontradas em língua, palato e mucosa bucal.

 

     O tratamento inclui medidas de suporte que são orientadas para todos os pacientes com doenças virais: repouso, alimentação leve e boa ingestão de líquidos. A febre deve ser controlada com o antitérmico prescrito pelo pediatra. Além disso é importante informar aos familiares que a virose é autolimitada, ou seja, tem regressão espontânea. 

 

MEDIDAS DE CONTROLE: 

O risco de transmissão para a doença Mão-Pé-Boca pode ser reduzido através das seguintes boas práticas de higiene:

· Lavagem FREQUENTE e CORRETA das mãos, especialmente após a troca de fraldas e de usar o banheiro;

· Limpeza de superfícies e artigos incluindo brinquedos, primeiramente com água e sabão e então desinfetando com uma solução a base de alvejante com cloro/água sanitária (feita com uma colher de sopa do produto adicionada à 4 copos de água);

· Evitando contato próximo (beijar, abraçar, dividir talheres e copos) com pessoas com Doença Mão-Pé-Boca. 

· Limitar a exposição das crianças doentes, mantendo as que apresentam sintomas afastadas da escola ou creche.


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